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quinta-feira, 28 de abril de 2011

COMPLICAR... PRA QUÊ?

Imagem retirada do Google
    
  Estamos cansadas de ouvir que a vida é simples, nós é que complicamos. Que tal procurar simplificá-la?

          Recebi este texto por e-mail que infelizmente veio sem autoria, por favor, quem souber me avise! Achei-o muito interessante! Descreve de forma divertida as paranóias que passam a grande maioria das mulheres nos dias de hoje e as formas mais saudáveis de sair delas. A primeira vista podem parecer chavões, mas têm um fundo de verdade transformador. O texto está cheio de idéias... Aproveitemos então!

       “ Se eu tivesse que escolher uma palavra – apenas uma – para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas: descomplicar. Depois de infinitas (e imensas) conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho. Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos – e merecemos – ter.
          Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher moderna. Amizade, por exemplo. Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas. Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar uma caipivodca de morango e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes – isso, sim, faz bem para a pele. Para a alma, então, nem se fala. Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez (desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegue proporcionar.
          E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: pausa e silêncio. Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia – não importa – e a ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso.
          Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir. Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada. Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada – faça qualquer coisa, mas ria. O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida.
          Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha.
          Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: gentileza. Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada. Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir. Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia.
          E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar. Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai fazer a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Richard Gere... Sonhar é quase fazer acontecer. Sonhe até que aconteça. E recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma.
          E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra perfeição. O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades, inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres. Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão sonhada felicidade fica muito mais possível."

              Então você concorda que a vida é feita de coisas simples, nós é que a complicamos? Então vamos agora ouvir mais nosso coração e tentar descomplicar, ver as coisas com outros olhos, não de uma hora para outra claro, mas aos poucos, começando lentamente... Respirando fundo, sorrindo e deixando acontecer...

terça-feira, 26 de abril de 2011

NATAL - CHEF'S DELICATESSEN BISTRÔ

         Depois de uma longa semana longe do blog devido a problemas técnicos (risos), ficamos sem internet durante precisos sete dias, estou retornando e vou tentar em curto prazo colocar minhas leituras em dia. Fazer o que? Só lamentar e ir em frente... Apreciando o que a vida tem de boa...
          E por falar nisso... Outro dia fomos jantar em um restaurante que é novo na cidade, foi aberto em junho de 2010, é o Chef’s Delicatessen Bistrô. O espaço é pequeno, tem poucas mesas, o que o torna aconchegante, intimista e com uma bela vista de uma das mais charmosas praias da cidade, a de Ponta Negra. O cardápio não é de muitas opções e acho que isso faz o atendimento ser eficiente e a comida ser bem preparada, no almoço eles também servem um menu degustação com quatro pratos, uma entrada, um peixe, uma carne e uma sobremesa. Já à noite o serviço é todo à La carte. Como bem diz o nome do restaurante, Chef’s, em seu cardápio todos os pratos têm nomes de grandes chefs da cozinha mundial.

Imagem do Google
         Pedimos para iniciar nosso jantar que teve como fundo musical a bela música francesa de Francis Cabrel, para a entrada um creme de salmão defumado servido com um mix de pães saborosos, denominado Jamie Oliver. O prato principal que pedimos foi um manjar dos deuses, chamado de Alex Atala, era um tournedor de serigado com calda de acerola e aromático creme de batata doce ao açafrão com farofa de frutas secas, e ambos nos sentimos tentados a saborear tão surpreendente mistura agridoce. Não sou grande conhecedora da arte da culinária, mas pelo pouco que já degustei e li em resenhas de bons restaurantes, O Chef’s não fica a desejar aos grandes restaurantes, seus pratos são bem elaborados e deliciosos e tem a frente na cozinha a chef Sônia Benevides possuidora de um vasto curriculum e que lá transforma ingredientes regionais em deliciosas receitas contemporâneas. Para finalizar, a sobremesa que escolhemos chamada de Brillat Savarin consistia em um perfumado pudim de queijo de manteiga servido com uma banana assada ao chocolate e sorvete de creme com canela, um mistura de sabores que se harmonizam totalmente.




        Agora no feriado fomos uma outra vez, agora para degustar o menu do almoço, todo ele em homenagem aos chefs potiguares. De entrada pedimos o Sanyle Faraj, que é um quibe de forno de jerimum servido com camarão puxado na manteiga ao pesto de hortelã, divino! Sempre regado a um delicioso coquetel de frutas que nem sempre encontro igual aos que temos aqui, quando viajo.
          Para a ocasião do feriado o prato Alex Atala que foi o pedido do marido e da filha, foi reformulado e servido especialmente neste almoço com batata doce ao curry em substituição ao creme de batata doce ao açafrão de costume. Para mim foi o prato François Schimdt, um camarão puxado na manteiga de garrafa com perfumado risoto de coco queimado e flores de manga com caviar de tapioca, de uma textura suave e sabor delicioso. A sobremesa escolhida, Nito Avelar, nada mais era do que um salame de goiabada servido com queijo de manteiga assado, uma combinação simples, mas sempre muito apreciada. Adoramos!




         O serviço é muito bom e para quem quer apenas uma comidinha para bebericar, no andar inferior existe um bar de tapas e para compras de produtos especiais há também uma pequena conveniência.

terça-feira, 19 de abril de 2011

SÃO PAULO - SEMPRE UM BOM PASSEIO...

         Mais um final de semana passado em São Paulo para a minha satisfação em aproveitar o que a cidade tem de bom. Foi de tudo um pouco, passeios em bons shoppings, boa gastronomia e exposições que tanto admiro visitar. Foi uma viagem para ir ao show do U2, mas eu desisti, vendi meu ingresso e curti os outros passeios. Enquanto o marido com o irmão, cunhada e sobrinha se deleitavam ao curtir o show que com sua grande estrutura faz do show um grande espetáculo, eu fazia companhia ao sobrinho-afilhado no hotel.

O show  do U2 - Eu não fui!


         Durante o dia do domingo, no dia do show, pela manhã fomos a uma exposição na Oca, no Parque do Ibirapuera, denominada Água na Oca. Tomando todo o espaço interno da Oca a exposição dividida em quatro segmentos aborda a temática água de forma lúdica e interativa. Hoje com a importância que este tema sugere, oferecendo diversos questionamentos e reflexão a exposição vem nos incentivar a dar a devida atenção a esse nosso patrimônio material da humanidade que vem deixando de ser um recurso renovável e que poderá se tornar esgotável no futuro.
         No primeiro momento são mostradas no espaço Mundo d’água, como nos relacionamos com a água, sua distribuição e como ela vem sendo vista e tratada em cada canto do nosso país. Os espaços são divididos por paredes recicladas com materiais como copos descartáveis e os banquinhos para assistir aos vídeos são feitos de garrafas pets, tudo muito engenhoso.





         No segundo espaço, diversos artistas de vários países criaram instalações abusando das leis da física e mecânica e fizeram uso de fotos para interpretar as várias propriedades da água, como ela pode se apresentar, um espaço muito interessante e criativo.




         Já no espaço Infiltração são abordados temas mais controversos e polêmicos como o uso sensato da água e a com estamos vulneráveis a ela quando das enchentes e o que elas acarretam.





         O último espaço é denominado A Última Fronteira e fica instalada no último piso da Oca onde deitados em vários colchões de água somos convidados a desvendar as belezas do fundo do mar. Um filme de dez minutos é projetado no teto e deitados viajamos pelas profundezas do mar. Uma experiência sensacional! A exposição que está na Oca desde novembro de 2010, ficará até oito de maio deste ano. As fotos ficaram péssimas, mas a intenção foi das melhores, dar uma idéia da maravilha de exposição.





         Quando vamos a São Paulo sempre temos que ir pelo menos uma vez ao Almanara, um restaurante de comida árabe que adoramos, nesta não foi diferente. Lá costumamos degustar das esfihas, torradas com coalhada seca, michui de frango (uma espécie de espetinho), frango com arroz e amêndoas, charutinho, arroz sírio, quibe e a salada almanara que não existe igual, acompanhado de uma deliciosa vitamina também chamada de almanara. De sobremesa vamos de salada de fruta sem e com sorvete, malabie de ameixa, que adoro e o sorvete de minsk preferido do marido.

Imagem do Google

         Também fomos ao Santo Grão da Oscar Freire, um Café muito bom que também encontramos na Livraria da Vila. Para beber fui de spyce frappé, delícia feita de sorvete de creme, expresso, morangos e pimenta, muito bom, o marido pediu um blossom lassi, uma mistura de flor de laranjeira, cardamamo, mel e iogurte que segundo ele também era muito gostoso, sei não... Pedi um Tagliatelle mediterrâneo que é preparado com berinjela, tomate, manjericão e ricota, tenho sorte, sempre adoro o que peço. Já o marido foi de Arancini de shitake, que nada mais é que bolinhos de risoto de shitake fritos que pareciam muito bons, mas é uma porção pequena é melhor pedir um acompanhamento.






          Decidimos voltar ao D.O.M, que foi reconhecido agora com o sétimo lugar dentre os melhores cinquenta restaurantes do mundo, para o almoço e não senti o glamour da visita que o fizemos a noite, embora o serviço fosse o mesmo. Para não errar repeti os pedidos da vez passada e não me arrependi, o prato principal, um linguado com farofa de maracujá, vinagrete e arroz vermelho e de sobremesa a priprioca, um pudim de leite tão suave, que se desmancha na boca, acompanhado de um ravioli de limão e banana ouro, aliás, o desagradável é só poder apreciar de sua gastronomia uma vez por ano... risos

Imagem do Google
        
           Assim passamos mais um divertido fim de semana em São Paulo, até a próxima...



sexta-feira, 15 de abril de 2011

LEONARDO DA VINCI - 15/04/1452

          "Tudo que é belo morre no homem, mas não na arte". Leonardo Da Vinci

          Ao escrever sobre Renoir no dia de seu aniversário, em fevereiro, decidi então fazer pequenas homenagens aos grandes artistas, pensadores, pessoas que admiro que cultuaram o belo e forjaram tudo que hoje chamamos de arte, de conhecimento. No mês de abril, escolhi o que resumiu o ideal renascentista do homo universalis, que significa o homem que se destaca em várias áreas do conhecimento, Leonardo Da Vinci. Nascido em Anchino, na Itália em 15/04/1452 é considerado o maior gênio da história pelos seus múltiplos talentos, engenhosidade e criatividade sendo, porém mais conhecido como o maior mestre da pintura renascentista. Como pintor, é o autor da obra de arte mais visitada no mundo, exposta hoje no Museu do Louvre em Paris, a Mona Lisa como também da igualmente importante A Última Ceia, exposta no Convento de Santa Maria delle Grazie, em Milão.
         Além de ser um dos maiores pintores do mundo graças a sua insaciável curiosidade e sede de conhecimento se mostrou também grande inventor, cientista, matemático, engenheiro, escultor, arquiteto, filósofo, anatomista, músico e poeta. Em 2007 vi na Oca em São Paulo uma exposição denominada Da Vinci - A exposição de um gênio, que era sensacional. A partir dos originais, dos estudos e manuscritos deixados foram construídos por artesãos italianos sendo utilizada, portanto a mesma técnica do século xv os inventos por ele criados, assim como obras de arte que foram reproduzidas por artistas florentinos em tamanho original. As 150 réplicas de quadros e aparelhos projetados pelo artista e inventor renascentista estavam espalhadas por todo o subsolo da Oca. A sua essência criativa ali representada nos dava mostra de seu amor pela natureza apreciada nas várias facetas de seu legado como também uma característica de seu trabalho as formas móveis, retorcidas e vivas que ele tão bem empregava.
         Nesta exposição, interessante de ver foram às obras o Homem Vitruviano, que revela o princípio da proporção divina, da perfeição do corpo humano, assim como os seus Estudos Anatômicos que apresentava um estudo da natureza do corpo humano visto por ele como um conjunto harmônico que trabalhava utilizando princípios da mecânica assim como a imagem da Última Ceia recriada em 3D. De raro prazer e interesse foi descobrir e ver diversas máquinas que mostravam estudos sobre a física mecânica, máquinas hidráulicas, aquáticas e aeronáuticas.
         Durante sua vida, Leonardo Da Vinci ao se instalar nas cortes dos Sforza, do Duque Ludovico, trabalhar para o governador francês Charles d’Amboise, idas e vindas de Milão, Florença, Roma, viu e viveu períodos de glória e dissabores em suas diferentes tarefas principalmente como engenheiro, em projetos de defesas, drenagem de pântanos, projetando sistemas de canais ou desenhando mapas, tudo isso intercalado a encomendas de suas pinturas ou como conselheiro artístico. A competição profissional era dura, se fazia necessário conquistar o interesse e o agrado do público e dos mecenas. Tanto em Florença quanto no Vaticano em épocas distintas vivendo na efervescência causada pela presença de vários artistas ocorreram atritos causados pela guerra de gigantes com Michelangelo, fato que Da Vinci não fazia segredo, menosprezava a arte da escultura de Michelangelo e o seu trabalho na Capela Sistina ao que ele não apreciava.
          Em dois de maio de 1519 veio a morrer em Cloux na França, mas o interesse pela extraordinária obra do homem multifacetado continua presente e inabalável. O artista perfeito, um gênio! Segue abaixo imagens retiradas do Google de algumas de suas principais obras na ordem em que foram criadas.

O Batismo de Cristo - 1472

A Anunciação - 1472-3

Madona Benois - 1478-80

A Virgem dos Rochedos - 1478

A Madonna Litta - 1480

Adoração dos Magos - 1481-2

A Dama com Arminho - 1483-8

Homem Vitruviano - 1492

A Última Ceia - 1497

Catapulta Gigante - 1498-9

Projeto de Escavadeira -1503

Cartão da Virgem e o Menino com Sant'Ana- 1505

Mona Lisa - 1508

Virgem e o Menino com Sant' Ana - 1508-10

Auto-retrato - 1512

desenho Anatômico - 1513

São João Batista - 1513-16

terça-feira, 12 de abril de 2011

NATAL - DOLCE VITA BISTRÔ

         Acho que contagiada pela proximidade de meu aniversário, pensando na possibilidade de espaços ou comidinhas, estou com fixação (risos) em posts sobre restaurantes. Aqui mais um, não bem um restaurante... Fomos há poucos dias, é o Dolce Vita, um pequeno e moderno bistrô, com ar de sofisticação comandado por José Maria Alves Xavier, que é um novo ponto de encontro para quem aprecia uma boa gastronomia. Estando lá começamos nossa degustação por uma entrada simples, uma bruschetta, mas não uma qualquer, essa era deliciosa com um molho de tempero marcante, servida acompanhada de um pão gostoso e quentinho.
         O ambiente é aconchegante e a comida deliciosa com pratos bem elaborados e de muito bom gosto. Não possui um grande espaço, como deve ser um bom bistrô, acho que por isso se torne aconchegante sem, no entanto desprezar a bela decoração incluindo as poucas mesas em estilo clássico. Sobre a que nós estávamos um belo lustre dava um toque requintado. A sofisticação do ambiente está também na composição destas mesas de madeira escura que estão sempre postas e com louças e taças de cristal, prontas para receber os comensais.

Imagem do Google

Imagem do Google


         Um espaço reservado com uma mesa grande acomoda pequenas confraternizações, sem fugir, porém do estilo do espaço como um todo. A iluminação e a suave música ambiente completam o ar intimista do local requisitos para que nos sintamos muito bem.
        Quanto ao cardápio, uma cozinha contemporânea internacional, rica em peixes e frutos do mar, preparados com esmero. O forte está na seleção de sua adega climatizada que possui vinhos de muito boa qualidade e com uma carta bem variada. Acompanhado pelo vinho chileno Castillo de Molina, um Carmenere, Gran Reserva, safra 2006, delicioso, suave, degustamos de pratos saborosos como, um Salmão ao molho de manga, gengibre e gergelim, acompanhado de risoto de limão que o marido adorou e de lagostas grelhadas acompanhadas de um risoto de parmesão que para mim é difícil de adjetivar.



         Para a sobremesa, frutas da época flambadas em licor Contreau com cereja e sementes de aroeira, que segundo o marido possuía muita aroeira que por ser forte inibiu um pouco o sabor das frutas. São pratos finos com toques regionais que conferem um sabor inusitado. Aprovei!

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