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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

ANTONIO FRANCISCO LISBOA - ALEIJADINHO - 29/08/1730

           Na nossa viagem a Minas Gerais muito me impressionou a arte do Aleijadinho, por isso o meu homenageado do mês será este grande artista barroco. Muito de sua biografia são apenas suposições, fragmentos e  muitos desses fatos de sua vida ainda são indefinidos, mas a grandiosidade de sua obra é inconteste. 
           Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, nasceu em Vila Rica, hoje Ouro Preto MG, em 29 de agosto de 1730. Era filho natural de um mestre-de-obras português, Manuel Francisco Lisboa e de uma escrava africana que se chamava Isabel. Aprendeu sua arte observando o trabalho de seu pai que era entalhador. O apelido pelo qual ficou conhecido veio em decorrência de uma enfermidade (não definida) que o acometeu por volta dos quarenta anos que o fez perder os dedos dos pés e depois os das mãos fazendo-o trabalhar com a ferramenta presa ao punho.
            A grandiosidade de seu legado formado por trabalhos em madeira e pedra sabão em pias batismais, frontispícios, púlpitos, brasões, fontes, relicários, crucifixos e principalmente de estátuas e esculturas nos tornam orgulhosos do gênio que tivemos e que está eternizado no interior e nas fachadas de várias importantes igrejas das cidades mineiras dos tempos áureos do ciclo do ouro.
           Seu trabalho mais emblemático foi realizado quando ele já estava com mais de sessenta anos, na cidade de Congonhas, que foram os doze apóstolos feitos em pedra sabão na igreja Bom Jesus de Matosinhos entre 1800 e 1805 e no adro da mesma igreja as sessenta e seis figuras em cedro representando a Via Crucis e que se encontram dentro de pequenas capelas, chamados os Passos da Paixão de Cristo e foram esculpidas em madeira durante três anos e policromadas por Mestre Ataíde. Toda a obra é denominada Santuário do Bom Jesus de Matosinhos e o seu valor artístico é incalculável o que faz dela o maior conjunto barroco da América Latina. No interior da igreja, Aleijadinho também deixou mais seis relicários esculpidos por ele em madeira e dourados por Mestre Athaíde e que são considerados junto com os Passos da Paixão seus últimos trabalhos.
A Santa Ceia

Monte das Oliveiras

O anjo da Anunciação, uma obra prima de Aleijadinho

Prisão de Cristo

Flagelação e coroação de Espinhos

Subida do Calvário

A Crucificação

Profeta Isaías

Profeta Jeremias

Profeta Amós
            Por seu imenso talento Aleijadinho não foi reconhecido só como um escultor, mas também como grande entalhador, desenhista, e arquiteto de influência barroca do Brasil colonial tendo sua obra reconhecimento mundial.
             Hoje existe em Ouro preto um museu localizado na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, onde está exposto parte de seu acervo, documentos, parte de sua história e sua genialidade de forte inspiração religiosa expressada em suas obras de grandiosidade, beleza e emoção. Tendo vivido toda sua vida em Ouro Preto, Aleijadinho morreu cego em 18 de novembro de 1814, aos 84 anos.

Imagens de arquivo pessoal

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

ISSO É VOCÊ...

           No dia 20/08, há exatos trinta e três anos, eu e meu marido começamos a namorar. O encontro, na igreja do bairro. Olhe que esta missa não foi bem assistida! Coração aos pulos, palavras se atropelando, saímos da missa namorando, o silêncio disse mais e as mãos foram dadas.
          Já pouco tempo depois meu coração começou a sentir a inquietação de que fica cheio nestas situações, prevendo talvez o que viria pela frente começou a se inspirar, não que fossem obras primas (risos), mas algo já estava ganhando espaço dentro do peito e precisava criar a forma de palavras que eu ainda não diria pessoalmente, mas que precisavam serem ditas de alguma forma. Do túnel do tempo, as primeiras impressões de um sentimento que começava a crescer em mim.


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O MEDO DE FALAR EM PÚBLICO


            Na minha visita diária pela blogosfera encontrei um texto bem interessante onde a autora descrevia sua batalha íntima para reinvidicar como gestora, diante de seus superiores, umas questões pendentes referentes à sua função que ia de encontro ao querer deles e lá no desabafo ela questionava sua falta de coragem para se expressar.
            Eu logo pensei no problema que me aflige desde que me entendo por gente e que é um tormento também para muitos outros, que é o de falar em público. Desde cedo na minha época de escola em que tínhamos de ler em voz alta isso para mim era uma tortura, só em pensar ter de levantar e falar diante de um grupo de pessoas me fazia sair de meu estado normal de completa calma para o de pavor. Hoje compreendo todo o processo físico que acompanhava aquela atividade, a descarga de adrenalina que fazia todo o meu corpo gritar e expor a agonia do meu tímido e conflitante íntimo que chegava ao seu limite com o acelerar do coração, dos lábios que tremiam e conseqüentemente faziam tremer a voz, das mãos que suavam quase deixando cair o livro, o balançar do corpo que acompanhava todas as mudanças aflito em não tombar e deixar mais ainda a vista o transfigurar de meu rosto que tão branquinho ficava rubro diante de tal exposição. Era um sofrimento, mas isto não foi aflitivo só na minha infância não, em todas as outras fases da minha vida episódios os mais variados estão guardados em minha lembrança compondo a minha trajetória de pessoa tímida precisando vez ou outra encarar o olhar e os ouvidos atentos às minhas palavras, das pessoas que estavam diante de mim. Além disto, é esta mesma timidez que embota o pensamento e me deixa passar batido situações em que tenho muito a dizer e perco a oportunidade desencadeando assim raiva e frustração. Há quem chame de medo de errar, de falta de coragem, não sei, acho que as origens disso têm componentes muito além de explicações tão simplistas, só sei mesmo que aquela imagem associada ao conceito de platéia me é ainda assustadora e o medo me leva a evitá-las como o diabo da cruz.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

BLOGAGEM COLETIVA - O QUE É ESPIRTUALIDADE PARA MIM?

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           Este texto faz parte da Blogagem Coletiva comemorativa dos dois anos do blog ESPIRITUAL-IDADE da amiga Rosélia, pessoa de uma grande motivação espiritual que nos presenteia sempre com ricas e lindas mensagens. Ela nos propôs uma reflexão sobre o que seria para nós a espiritualidade, e eu penso que...
            Muito se fala em espiritualidade hoje em dia, acho que por nos sentirmos um pouco fragilizados, vulneráveis, confusos, alguns perdidos mesmo e estarmos mais declinados a encontrá-la, mas o que veria a ser espiritualidade?
             Para mim, depende de cada um, acho que você pode a ver em tudo ou nunca a encontrar. É como uma luz que buscamos para nossas vidas incessantemente e que nos faça ver tudo ao nosso redor sob uma nova perspectiva. Não se trata de religião, mas de um encontro com uma entidade superior que nos dê suporte, equilíbrio e paz. Encontramos pessoas que se sentem zen, possuem uma paz interior e para elas estão em harmonia espiritualmente, já outros a encontram na paz da oração e das boas ações. Ambos comungam do desejo de uma vida mais plena e verdadeira em que o essencial não é ter, mas ser. É se libertar de ideologias que tornam nossas vidas preenchidas com tanto, mas tão vazias! Acredito que a espiritualidade está cada vez mais associada à maneira como encaramos a vida e a vemos como uma dádiva em que tudo tem uma razão e uma motivação e nos faz olhar e sentir a vida com olhos e coração mais puros. É como se vivêssemos no escuro e encontrássemos a luz no aprender a apreciar no dia a dia tudo o que é bom em nossas vidas. É no praticar o bem, a paz, a alegria, a bondade, a caridade, a honestidade que realizamos que encontramos a paz de espírito.

          PARABÉNS Rosélia pelos 2 anos do Espiritual-idade e que as sementes de fé, paz, amor, generosidade e solidariedade  que você tão carinhosamente semeia se transformem em belos frutos sempre!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

DRUMMOND - O CONSTANTE DIÁLOGO

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O constante diálogo

 
Há tantos diálogos
Diálogo com o ser amado
o semelhante
o diferente
o indiferente
o oposto
o adversário
o surdo-mudo
o possesso
o irracional
o vegetal
o mineral
o inominado

Diálogo consigo mesmo
com a noite
os astros
os mortos
as idéias
o sonho
o passado
o mais que futuro

Escolhe teu diálogo
e
tua melhor palavra
ou
teu melhor silêncio
Mesmo no silêncio e com o silêncio
dialogamos.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

O MILAGRE DA VIDA!

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            Ela já estava há muito tempo casada e nos planos não havia espaço para filhos. Os dois sempre prezaram pela liberdade e individualidade que não era compatível com a doação do ato de ser pais. Sempre havia e ouviam cobranças dos que os conheciam, e a resposta era sempre não. –Você não sabe da maior? Ela me perguntou um dia - Você está grávida! Respondi rindo, brincando. E ela me confirmou em primeira mão, melancolicamente. Foi difícil para ela digerir aquela notícia que teve que repetir para tantas pessoas que tinham sempre uma gracinha para dizer. Foi uma difícil gestação! O conflito entre a existência daquele serzinho que crescia e a sua própria existência no contínuo ponta cabeça em que se tornou, era autodestruidor. Um desinteresse generalizado se apoderou dela, nada prendia sua atenção, principalmente no que dizia respeito aos preparativos com o enxoval do bebê. Tudo foi feito entre o gostar e o desgostar, entre o querer e o não querer. A autopiedade misturada com a baixa autoestima minavam a mulher que havia nela, a vaidade se foi como para destruir aquele papel tão próprio da mulher. Seu semblante carregado parecia levar sobre ela o peso do mundo. Muitas lágrimas foram derramadas. Era um misto de medo do desconhecido, de raiva pelos planos desfeitos, de desespero mesmo... E passaram-se os meses... Não sei se o desejo fosse tanto de que tudo acabasse logo, ou do bebê que não agüentava mais sofrer e fazer sofrer, que ele nasceu prematuro... Um anjinho lindo! No espetáculo do nascimento se fez o milagre do amor, do amor incondicional desabrochando mãe e filho para a vida!

domingo, 14 de agosto de 2011

AO MEU PAI!

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            Acho que todos que tiveram o prazer de viver com seus pais têm dentre todas as lembranças, uma lembrança forte, uma marquinha dele em suas vidas. Algo que os emocionará sempre. Eu tenho, não posso esquecer os domingos no parque, as brincadeiras de adivinhação, as noites contando vagalumes, os caderninhos de colorir, as tardes de cinema, os fogos das festas juninas soltados juntos, os muitos passeios para colher frutinhas silvestres, o carinho do olhar sempre orgulhoso de mim e o ombro amigo, mas confesso que quase nunca posso escutar Cabecinha no ombro
                        “Encosta a tua cabecinha no meu ombro e chora
E conta logo a tua mágoa toda para mim
Quem chora no meu ombro eu juro que não vai embora,
que não vai embora
que não vai embora
Encosta a tua cabecinha no meu ombro e chora
E conta logo a tua mágoa toda para mim”
sem me emocionar, pois lembro do meu pai que gostava de com carinho me colocar para dormir, embalar meus sonhos cantando esta canção. É uma saudade que dói. Este ano ele iria completar 100 anos, embora tenha vivido destes não tão fáceis 71 anos. Costumava brincar dizendo que era de 11, na época em que existia a expressão, parece que é de 12! Expressões, gírias de antigamente.(risos) No meu íntimo ainda chamo por ele que me protegia, me amparava. Como filha única que fui sinto falta dos mimos de que ele sempre me enchia por preencher seus dias de alegrias, mas sei que onde estiver está olhando, zelando por mim. Em mim, certamente ele sempre estará no coração e nas lembranças!

 PAI

Todo pai tem um quê de herói

Que filho não supõe que ele tudo pode?

De bom caráter

Mãos firmes, abraço forte

Sorriso aberto

Inspira amor, carinho

Sugere segurança, proteção

Ensina o ético

É um exemplo a seguir

Um amigo, um companheirão!

                                Valéria


UM FELIZ DIA PARA TODOS OS PAIS!

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

O TODO E AS PARTES EM NÓS


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            Se a teoria diz que o todo difere da soma das partes, estas precisam estar em sintonia para que o resultado seja maior que as das partes juntas. A começar por nós que somos um complexo conjunto de pequenas partes que se somam para funcionar harmonicamente. O poder da união destas partes funcionando dentro de nós é continuo, imenso e intenso. Algumas partes, no entanto fogem a regra vez ou outra, oscilam entre o conflito da harmonia interna e a incessante busca que travamos para sobreviver em nós mesmos e com o exterior, de reencontrar dentro de nós um espaço de aceitação do que somos, do que desejamos e isso causa o desequilíbrio das partes que compõem o todo. O interessante é que na maioria das vezes estamos sempre oscilando entre escolhas e idiossincrasias de nosso ser, isso causa um conflito!(risos). A solução é partir para entender as partes para chegarmos ao entendimento do todo. Nem sempre é fácil, mas é possível... Será arte?


TRADUZIR-SE (Ferreira Gullar)

Uma parte de mim é todo mundo

Outra parte é ninguém, fundo sem fundo

Uma parte de mim é multidão

Outra parte estranheza e solidão

Uma parte de mim pesa, pondera

Outra parte delira

Uma parte de mim almoça e janta

Outra parte se espanta

Uma parte de mim é permanente

Outra parte se sabe de repente

Uma parte de mim é só vertigem

Outra parte linguagem

Traduzir uma parte na outra parte

Que é uma questão de vida e morte

Será arte?



segunda-feira, 8 de agosto de 2011

SONHOS...

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            Ela vive no mundo encantado da fantasia que faz parte do imaginário de toda criança na sua idade. Quatro anos e meio de ternura em pessoa. Sua vozinha parece um canto muito suave e melodioso de um passarinho. Vive, no entanto entre a inocência de ser criança e a ilusão de ser uma mocinha, um tempo irreal que mescla suas brincadeiras de presente e futuro. Adora seus cavalinhos, suas barbies e suas maquiagens, que preenche todo o seu tempo, na idade mágica da infância. Conversando com a avó e olhando para um pequeno chaveiro com a torre Eiffel, diz – É Paris! – Fica na França! A avó olha estupefata a cena surreal e indaga, não acredita no que ouviu. – Como você sabe disso? – É no filminho da Barbie, responde ela. – Paris é uma cidade linda, a mais bela das cidades, diz a avó. – Eu quero conhecer, eu quero ir para Paris, você me leva vovó? – Um dia quando vovó for ela leva você, responde a avó. - Vovó quando você vai para Paris, eu quero ir com você?
            E agora ela quer saber qual será sempre a próxima viagem da avó. (Risos)
            Sonha a avó, sonha a netinha. Vivemos de sonhos! E lá certamente é onde os sonhos acontecem!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

ENCONTROS E DESENCONTROS

          
           Ela era uma jovem do interior, cidade de vida provinciana a que tudo se sabe e todos se conhecem. Por ser de uma família respeitada na cidade, era recatada e discreta. Seu coração bateu mais forte, não por um jovem da sua idade, mas sim por um homem viúvo e com filhos. A objeção foi imediata, a família reprovou e condenou o amor ao fim. Os laços, porém foram mais fortes e daquela rápida e intensa paixão surgiu um fruto, fadado a um conflitante amor e a indiferença. Seguindo os princípios rígidos daquela família tudo foi arranjado, mãe exilada e futuro bebê acertado para adoção. Mãe e bebê separados, tudo pareceu voltar ao normal, a vida é retomada. Aquele pai enfim cria coragem enfrenta àquela família, o amor vence e casa-se com a jovem mãe. 
            Enquanto isto acontecia uma criança enchia de alegria o lar de um casal já sem esperança de ter e ver a alegria de uma criança nas suas vidas. Viviam felizes até o momento em que descobrem que aquela alegria estava ameaçada pela busca daquele outro casal que sonhava em ter para eles o fruto de seu amor. Ambas as famílias perderam, uma seus bens materiais para fugir de repente para não serem encontrados, outra ao não encontrarem a criança. E o tempo tratou de apaziguar os ânimos e a vida continuou para aquela criança criada cheia de amor e carinho. Feliz e ingênua nunca se apercebeu da sua situação nem pela avançada idade dos pais nem mesmo quando as outras crianças a chamavam de adotiva. Afinal ao interpelar a mãe esta a enchia de motivos para desacreditar de fato tão sinistro, assustador, mas que sempre a rondava até quando já adolescente e depois de perder a mãe alguém veio a contar sem dó nem compaixão, cheia de argumentos que não poderiam desmentir aquela tão triste realidade, ela era mesmo adotada. O mundo tremeu e a base sólida que a mantinha trincou... Já não tinha tantas certezas, sua vida parecia ter sido uma grande mentira mesmo tendo ao seu lado o velho pai... Não sabia onde buscar suas referências se sentia um pouco perdida, mas como suas buscas foram infrutíferas se conformou.
          Como o destino às vezes é ardiloso e arma das suas, um dia já casada ao visitar sua médica esta usando de muito tato por conhecer seu pai, um senhor de idade, a pergunta se ela sabe se é filha legitima e ao obter a resposta afirmativa, diz ter duas pacientes e que quando uma delas a perguntou pelas visitas da irmã, ela só lembrou-se dela de tanto que pareciam, falando seu nome a jovem paciente disse que sua irmã era outra, mas que muito lhe interessava saber daquela pessoa, pois tinha uma irmã com aquele nome e que foi criada por outra família, contou então toda a sua versão daquela estória e pediu o endereço. Trocadas correspondências longos anos de incertezas foram dissipados... Enfim ela havia sido encontrada! Porém aquela mãe também havia morrido e suas perguntas não foram respondidas, jamais seriam...

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

A FESTA NO BLOG DA NORMA!

        
           Hoje estou participando com a amiga Yasmine da festa de comemoração do Blog Pensando em Família da  querida Norma que promoveu uma grande comemoração da vida. Lá estamos apresentando o que na vida  vivenciamos como nossos melhores momentos. Vamos participar desta festa!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A FELICIDADE...


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A FELICIDADE

Como flor de cerejeira

Delicada, passageira

Frágil, mágica

Efêmera...

Como uma estrela cadente

Como um sorriso de criança

Como o sussurro do vento

Como o vento que seca a lagrima

Como o desabrochar da flor

Desejada, procurada...

É ela, a felicidade!

Ser feliz...

Ser feliz é ser amada?

Ver sonhos realizados?

Querer estrelas e não desistir de alcançá-las?

Não, sinta...

É amar... Se amar...

Está em você não precisa procurar.

                                                                                  
                                                                                                    Valéria
 
 
            Uma semana feliz para todos nós!
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