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É NATAL!

    Imagem do Google   Lindos sons Em canções que renovam os corações Daqueles que em sintonia se confraternizam Cheiros e sabores Na alegria de comidas em profusão. É natal O dia em que Ele nasceu! Época de magia E o milagre está em nos renovarmos No desejo de paz, amor e fraternidade. E o melhor presente não vem em caixas e fitas coloridas Mas ele vem para colorir a vida, É o amor que Ele nos ofertou! Parabéns Jesus! Nosso Salvador!   Valéria  

MEU PORTO SEGURO

    Imagem do Google   Reconheci em você um porto Quando não havia um porto em mim Meu coração encontrou em ti O equilíbrio O conforto O amor No teu abraço, um abrigo No teu olhar, um norte Lá pude ancorar minhas alegrias e dissabores Tenho em você meu porto, minha morada Seu coração é meu céu, Seu amor meu farol Meu porto seguro é onde você está!   Valéria

CERRO CORÁ- UMA AVENTURA NO SERTÃO DO RN

                   Quem visita determinadas regiões do sertão nordestino se depara com uma paisagem árida, onde a seca castiga e a natureza tão bela perdeu seu viço e deixa apenas indícios de que um dia foi formosa. Nele vemos resquícios de beleza da resistência, da sobrevivência e da esperança.                Neste lugar inóspito, de caatinga, de terra rachada, muita poeira e casas de taipa emergem   belezas que a natureza sabe tão bem formar.                Saindo de Natal fomos em direção a Cerro Corá, um pequeno município, que tem apenas 10 mil habitantes, que está localizado numa área serrana com 595 metros acima do nível do mar, a 180 km da capital e tem este nome em homenagem à última batalha da Guerra do Paraguai. Lá se pode encontrar a nascente...

SIMPLESMENTE EU, CLARICE LISPECTOR

    Imagem do Google               Os teatros da nossa cidade quase nunca nos proporcionam a satisfação de ver grandes espetáculos. Nesta última terça-feira (27/11) tivemos o prazer de assistir a peça Simplesmente eu, Clarice Lispector. E nem precisa dizer que lotou em sua única apresentação.                O espetáculo é adaptado, dirigido e interpretado por Beth Goulart que está divina ao nos apresentar Clarice em um monólogo que transita suavemente entre obras, fragmentos de correspondências e entrevistas e onde suas personagens femininas de obras como "Perto do Coração Selvagem", "Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres" e os contos "Amor" e "Perdoando Deus” trazem seus questionamentos sobre a vida, a morte, Deus, o cotidiano, o silêncio, a solidão, a aceitação, o pertencimento, a inspiração, o vazio que se dá em u...

ANDO ASSIM...

Imagem do Google   Eu ando assim, meio assim... Ando assim confusa Com preguiça de mim Ando assim cheia de interrogações Sem saber o que fazer, o que pensar Ando assim sem sorte, sem norte Eu ando assim, meio assim, ausente de mim. Ando assim desejando um temporal que lave minh’alma Estou sem rumo, no meio do nada, perdida em devaneios Ando assim feito sombra vagando em um céu sem estrelas Mergulhada em uma sensação de vazio Ando assim num misto de emoções Sem palavras, sem inspiração Eu ando assim, meio assim, estrangeira de mim. Então insisto, finjo que nada está acontecendo Desejando enfim me surpreender ainda com a vida. Que passa por mim a correr...   Valéria

O QUE ME ENCANTA

  Imagem do Google   Não deixo de me encantar! Tudo que é belo me encanta Encanta-me a sinceridade A gentileza O sorriso O hoje As pequenas coisas As coisas simples A simplicidade no viver O cantar dos pássaros O mar, a lua, as estrelas   A natureza, enfim. Encanta-me um olhar de ternura Uma boa viagem através da leitura Uma música que desperte o melhor de mim O corpo no ritmo de uma bela música Encanta-me descobrir o mundo Encanta-me a vida Pois viver é encantar-se sempre!   Valéria                  E como prometi no post do 5º BookCrossing Blogueiro que faria o sorteio de um livro, a ganhadora do sorteio realizado pelo Random é o nº 9, que corresponde ao comentário no referido post do blog pensando em família da querida Norma. Parabéns! Entrarei em co...

O ENCONTRO

  Imagem do Google                   O sol deixava a paisagem avermelhada e ia aos poucos caindo por trás da colina. De onde ela estava vislumbrava a pequena cidade que visitava anualmente e que era cercada por muralhas e por sete pequenas torres na região mais alta. Os campos verdes da planície cobertos de gramíneas com suas florezinhas delicadas lhe emprestavam um ar bucólico de grande beleza graças aos raios do sol que ia pouco a pouco se dissipando e mudando o colorido da paisagem.                 Ela caminhou a passos largos para lá chegar ainda com o claro do sol. Fazia questão de descer do ônibus bem antes só para fazer esta caminhada e estimular os seus sentidos com aquele presente da natureza. Conhecia todas as ruazinhas daquela cidade e imaginava o prazer de voltar a percorrê-las e perder-se nelas. Ali ela se...