Fui assistir a Comer, Rezar e Amar. Bem aceito pela crítica e pelo público, o filme antes de tudo é leve, pura descontração, principalmente para mim que não sou crítica de cinema e vou somente com a intenção de me distrair, daí nem o perceber sendo de auto-ajuda como insistem em rotulá-lo. Ele possui sim uma trama suave, embora retrate as atribulações e superações que viveu sua personagem Liz na busca de equilíbrio e autodescoberta. O livro homônimo, que não li, é claro que descreve com mais detalhes, se aprofunda mais nos problemas existenciais da Liz/Julia Roberts, que, diga-se de passagem, está belíssima com seu sorriso radiante de encher a tela. Gostei, a mensagem principal foi passada, as cidades, Roma, Índia e Bali são mostradas por belas fotografias, inspiradoras de um “dolce far niente” e são embaladas pelo suave balanço de músicas como "Wave", "Samba da benção" e "Harvest moon" que sugerem de bom para viver a vida apenas três verbos, Comer, Rezar e Amar...
E finalmente visitamos a última casa de Pablo Neruda. Em Isla Negra que não é precisamente uma ilha está a casa preferida de Neruda e talvez por isso a maior e mais completa, onde ele exerceu o máximo possível sua característica de“coisista”. Ao contrário das outras, aqui o desenho do barco está em um nível só, e parece poeticamente ancorado lá no alto. Dispostos nos jardins uma fonte, um campanário, um barco, uma âncora completam harmonicamente a paisagem do lugar. Na visita que é guiada descobrimos cômodo a cômodo como alguns objetos eram uma fonte constante de inspiração para ele, são diversas coleções, de garrafas, esculturas impressionantes de mulheres talhadas na madeira, coleções de garrafas coloridas dos mais variados modelos, máscaras, sapatos antigos, instrumentos de corda que ele não sabia tocar... Ali percebemos o quanto Pab...
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Gostei de sua visita, volte sempre!