Ao contrário do que cantava Nelson Gonçalves naquela velha canção, do que gosto, vou usar esse espaço para confessar. Eu gosto de gostar, de estar com a família, mais ainda quando estamos desfrutando de aromas e sabores ao redor de uma boa mesa, de viajar ( ah! Paris...), de ler, de decoração, de música (neste tema parei um pouco no tempo), de artes em geral e de outras coisitas que lembrarei aos poucos. Como tenho lido alguns blogs nos últimos tempos que passeiam por variados temas, pensei que eu poderia também fazer uma incursão por estas praias mostrando um pouco de minhas impressões,minha visão de mundo. Para começar, não sei como se escolhe neste vasto universo de temas algo específico para começar... vou tentar, começando por amenidades...
E finalmente visitamos a última casa de Pablo Neruda. Em Isla Negra que não é precisamente uma ilha está a casa preferida de Neruda e talvez por isso a maior e mais completa, onde ele exerceu o máximo possível sua característica de“coisista”. Ao contrário das outras, aqui o desenho do barco está em um nível só, e parece poeticamente ancorado lá no alto. Dispostos nos jardins uma fonte, um campanário, um barco, uma âncora completam harmonicamente a paisagem do lugar. Na visita que é guiada descobrimos cômodo a cômodo como alguns objetos eram uma fonte constante de inspiração para ele, são diversas coleções, de garrafas, esculturas impressionantes de mulheres talhadas na madeira, coleções de garrafas coloridas dos mais variados modelos, máscaras, sapatos antigos, instrumentos de corda que ele não sabia tocar... Ali percebemos o quanto Pab...
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Gostei de sua visita, volte sempre!